quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

SIGNO DA SERPENTE





Signo da Serpente










Os anos da Serpente: são 2025, 2013, 2001, 1989, 1977, 1965, 1953, 1941, 1929, 1917...
As horas governadas pela Serpente: 9 a.m. às 11 a.m.
Sentido do seu Signo: Sul-Sudeste
Princípio da estação e mês: Primavera - Maio
Corresponde ao Signo ocidental: Touro
Elemento fixo: Fogo
Haste: Negativo
Cor: Azul
Fragrância: Musk
Sabor: Doce amargo
Bebida: Bebidas leves
Condimento: caril
Animal: Pomba
Flor: Camélia
Árvore: Palmeira
Metal: Platina
Pedra preciosa: Opala
Instrumento musical: Violino
Dia do Mês: 22
Número: 16


Ano da Serpente
Um ano dado à  reflexão, planear e procurar respostas. Esta será uma época cheia de romance, cortejo e escândalos de todo o tipo. Uma boa altura  para transações, casos políticos e golpes de estado. As pessoas estarão mais viradas para planear e ponderar sobre as matérias excedentes do que agir de imediato. Um ano auspicioso para o comércio e  indústria. As soluções e os acordos podem chegar, mas não sem em alguma desconfiança no início. 
Olhando para trás na historia, nós vemos que o ano da serpente nunca foi tranquilo. Talvez isto aconteça porque é a força negativa mais forte no ciclo e segue o ano do dragão, que é o positivo mais forte de todos. Muitos desastres que se iniciaram no ano do dragão tendem a culminar no ano da serpente. Estes dois signos têm uma relação muito próxima e as calamidades dos anos da serpente resultam frequentemente dos excessos cometidos durante o reinado dos dragões.
A sabedoria venerável da serpente será evidente em muitas facetas da nossa vida, particularmente aqueles que requerem decisões. Embora tudo possa ter um ar fresco e calmo à superfície, o ano da serpente é sempre imprevisível. A parte dianteira fresca da serpente esconde as  maneiras profundas e misteriosas da sua natureza. Deve-se ter em conta que uma vez que a serpente se desenrola para atacar, ela move-se  como um relâmpago e nada pode ser mais repentino e devastador do que ela.
Veja onde pisa e seja mais cauteloso este ano. O jogo e a especulação são estritamente proibidos. As consequências deverão devastadoras. A serpente não é misericordiosa.
O que poderá também acontecer, a serpente dar-nos-á fé nas nossas convicções e forçar-nos-á a agir durante o seu reinado. Este não é um ano para a colocar a cerca.


Personalidade da Serpente
Todos os nativos deste signo são pensadores profundos, tendem para as perseguições intelectuais e filosóficas, quietamente metódicos e com uma reputação de sabedoria. Ateado o fogo com determinação intensa, odeiam falhar seja no que for.
Ricos em sabedoria e charme, são românticos. O nativo de serpente dará um excelente professor, filósofo, escritor e psiquiatra.
A serpente gosta de resolver as suas diferenças de uma maneira ou de outra. Se falhar e as coisas não puderem ser estabelecidas ou resolvidas pacificamente, então a seguir declarará a guerra.
Diplomático e popular o nativo da serpente tem a arte da sedução. Este signo é um interessante misto gregoriano emparelhado com a introversão, raciocínio intuitivo ligado com a forma de realizar dinheiro ou negócio.
As serpentes são consideradas ser afortunadas com dinheiro e terão geralmente mais do que o bastante para viver a vida em cheio, não obstante a importância que dão ao dinheiro; isto pode ser devido ao fato que as serpentes não gostam de se sentir apertadas ou sem dinheiro. Não são preguiçosas, elas são simplesmente mais ativas mentalmente do que fisicamente. As serpentes tendem a deixar para trás um bocado as coisas a fim de as analisar e poder saltar nelas mais tarde. O seu charme, a sua qualidade sedutora confere-lhes uma natureza mais recatada; este signo é perfeitamente feliz se passar um dia inteiro a ler um bom livro e, assim pode  ser confundido como sendo preguiçoso.
A serpente é um tanto insegura e tende a ser um amante ciumento, possessivo, com um comportamento que pode terminar uma boa relação de amor. Apesar destas tendências, a serpente frequentemente prova que é generosa para com quem ama. Ligeiramente perigosa e esperta, a mente filosófica e intuitiva da serpente geralmente substitui a lógica a favor dos sentimentos e instinto. As serpentes confiarão nas suas próprias reações de coragem e intuições antes de pedirem sugestões aos outros. Isto faz deste signo uma grande mão na aventura de qualquer negócio, possuindo o cuidado e a destreza necessários para prosseguir.
As serpentes são trabalhadores duros (quando vêem uma boa razão para o ser!) e possuidores de uma inteligência afiada. As serpentes têm grandes intuições, uma vez começam vão até ao fim, e esperam o mesmo dos outros. Assim, os seus companheiros de trabalho e empregados terão que saber lidar bem com ele caso contrário poderão sofrer de uma mordedura venenosa. 
Em geral a serpente é generosa e gentil, charmosa e apelativa. A serpente deve aprender a ser humilde. Uma vez as serpentes  tornarem-se mais auto confiantes não terão problemas em assumir a sua própria pele.
A mulher Serpente
Ao falar da mulher serpente,  não se podia deixar de mencionar o seu encanto e beleza tremendos. Basta somente nomear algumas mulheres da serpente de forma aleatória para perceberem como são - Jacqueline Kennedy, Grace Kelly, Queen Farah, e muitas outras. No Japão, a melhor maneira de elogiar qualquer mulher é dizer-lhe que está dotada com a beleza da serpente (mi-bijin).
Este não é um tipo de beleza provocativo, impetuoso como o do dragão, mas sim uma beleza tocante, seduzindo, enfeitiçando, extasiando, e na qual os homens até mesmo os mais sábios podem facilmente cair tornando-se suas vítimas. Mesmo as  nativas menos favorecidas do signo - aquelas cuja a beleza não é necessariamente de impressionar as pessoas - podem orgulhar-se do seu poder irresistível de sedução. 
É sempre um prazer ver a mulher da serpente mover-se. Mesmo os gestos mais simples são cheios de graça, elegância, refinamento, e uma harmonia inimitável. Há  um ar eternamente romântico e sonhador nela. Esta é uma criatura saborosa ondeada cujas maneiras são serenas e discretas. Permanece jovem durante muito tempo, os seus músculos recusam tornar-se flácidos e pendentes, e estará no seu melhor por volta da altura da menopausa.

O Homem Serpente
A serpente é provavelmente o tipo mais  refinado, a pessoa mais agradável de todo o Zodíaco duodecimal chinês. Mesmo a metade masculina do signo tem definitivamente algo gracioso, delicado, feminino, e romântico nele. A fim de conseguir o seu jeito na vida, o homem da serpente nunca procura impor-se aos outros como faz o tigre ou o dragão, mas e sim tenta encantá-los a fim de ficarem ao seu lado e poder tirar partido disso - pode fazer charme para os seus amigos e adversários de forma igual!
O nativo deste signo é o mais preocupado sobre a sua aparência física. Mesmo mais do que o homem do gato, nunca se permite de descuidar a sua imagem; está sempre  impecavelmente limpo e arranjado. Mas ao contrário do felino, cujo o bom gosto é indiscutível, mostra uma tendência evidente de ser um extrovertido. Com seu guarda roupa sempre cheio e a transbordar, veste-se de vários estilos e em muitos casos chega  mesmo ao ponto do exagero. Preocupado consigo mesmo, extremamente  narcisista, dá  fastidiosa e exagerada ênfase a acessórios como luvas, gravatas, lenços, botões, óculos de sol, e mesmo colônias ou perfumes. Não gosta de usar sempre o mesmo perfume.
A sua carruagem é brilhante e elegante. Com o seu corpo eternamente delgado, e seus tornozelos estreitos, e raramente têm pernas longas, faz lembrar os dançarinos profissionais espanhóis. Aqueles que o conhecem ficam presos pela sua distinção natural, que exibe em todos os lugares e sob todas as circunstâncias. As suas maneiras demarcam dignidade e são normalmente apropriadas, mesmo nos raros momentos em que perde a cabeça.


Os cinco tipos de Serpentes


SERPENTE METAL - 1881, 1941, 2001
Este tipo de serpente  tem um excelente raciocínio matemático, é inteligente e com uma enorme força de vontade. Armado com um gosto discriminador e um olho afiado para encontrar a oportunidade, esta pessoa da serpente pode ser oportunista. Gosta de mover-se rapidamente e sem fazer barulho. Colocar-se-á numa posição sólida defrontando você sem sequer lhe ter dado a possibilidade o parar.
O Metal combinado com o nativo deste signo fará dele um bom "vivant", amante do luxo e da boa vida.  Assim , ele poderá abraçar a perseguição do poder e da riqueza. A sua visão é clara e sonhadora ele aspira apenas tudo o que é muito bom.
A serpente metal é também a mais secreta, misteriosa, evasiva e demasiado confiante. Consequentemente, também desconfia dos outros, por vezes tornando-se paranóico.       
Apesar da sua capacidade de facilmente se aliar ao poder e à riqueza, esta serpente terá um pouco de inveja o que resultará numa forma constante de fazer de oposição, a bem ou a mal. Não aceita de bons modos a derrota ou o erro.
Possessivo, dominador e por vezes estranhamente incomunicável, ele demarcar-se-á cedo na vida e continuará a lutar por o seu ideal. Pode ser generoso e cooperativo com os outros, mas sempre com um pé à retaguarda. 

SERPENTE ÁGUA - 1893, 1953, 2013

Assim como a água escoa através de qualquer barreira, também a serpente nascida sob este elemento fará uma introspecção profunda.
Esta serpente é abençoada de um forte carisma e uma natureza inquisitiva. Sempre muito ocupado e materialista, a serpente da água possui habilidades e um grande poder mental de concentração. Pode impedir a distração, e desprezar situações sem importância para o planejamento total e eficaz. Nunca perde de vista os seus objetivos ou sai da realidade. 
Artístico e bom leitor, a serpente intelectual da água é também prático. É perito em controlar as pessoas assim como as finanças. Não se deixe enganar pela aparência, na realidade esta pessoa particular da serpente tem uma memória longa. Poderia ter a paciência do trabalho combinada com a mordida de uma serpente rei.

SERPENTE MADEIRA - 1905, 1965, 2025
Uma serpente séria com uma sabedoria amável e uma compreensão profética do que irá prevalecer no curso dos eventos, especialmente na história.
 Tem uma necessidade para uma completa liberdade intelectual, mas nas suas afeições será constante e resistente. Procura a estabilidade emocional assim como a segurança financeira. Este tipo de serpente expressar-se-á bem e pode ser um excelente orador.
O elemento de madeira conjuntamente com o seu elemento fixo do fogo positivo fá-lo-á muito interessante. Brilhará como uma luz intensa, atraindo em vez de perseguir os objetos e as pessoas que deseja.
Terá hábitos caros e poderá ser vão sobre a  sua aparência pessoal. Porque consegue a admiração e a aprovação do público, fará o seu máximo para conseguir um sucesso durável e em grande escala.  
A serpente de madeira é bem informada mas recolhe o conhecimento não para a sua própria causa mas para pôr tal informação em uso diário. O bom julgamento, a discrição e um sentido afiado dos valores farão dele um soberbo investidor e um apreciador das coisas finas na vida. Está aqui uma serpente chegada à arte, música, teatro e admiradora da beleza da terra

SERPENTE FOGO - 1857, 1917, 1977
Uma serpente intensa e superior. Ativo com a mente e o corpo, executa tudo energeticamente. O fogo adicionou à imponente personalidade da serpente o carisma e a apelação ao grande público. Demonstra confiança e capacidade de liderança. As pessoas votarão neste tipo de pessoa se escolher entrar na política.
Embora possa defender fóruns abertos para solicitar ou avaliar as opiniões da maioria, a serpente do fogo é terrivelmente desconfiada por natureza e tem somente a fé total nela própria. É demasiado rápido a censurar e a condenar. Às vezes rodeia-se por um círculo fechado de amigos e conselheiros, isolando-se desse modo sem se aperceber. Os seus fortes desejos para a fama, dinheiro e poder, quase maníacos fá-lo-ão insistir em resultados concretos. Determinado, ajusta os objetivos mais elevados e uma vez que começa no alto, aderir-se-á ao poder indefinidamente.
A serpente do fogo é o tipo mais sensual, mais fervoroso e ciumento da serpente. Será exagerado no amor ou ódio excessivo e muito preocupado com ele próprio.

SERPENTE TERRA - 1869, 1929, 1989
A variedade morna e espontânea da serpente que dará forma a opiniões lentas mas corretas das pessoas. Persistente e de confiança, a serpente da terra poderá comunicar-se com o público e funcionar eficazmente em atividades de grupo.
Armado com uma visão periférica e uma ambição básica da serpente, pode tomar o controle e analisar as aberturas da ponte durante épocas de confusão e pânico. Não será facilmente intimidada e podem recusar a influência da multidão. Esta serpente reserva o direito de passar o seu próprio julgamento.
Este será o mais gracioso e encantador de todos os tipos da serpente. Fresco, coletado e imensamente charmoso, será leal aos amigos e terá um exército de apoiadores. 
Conservador e frugal com o dinheiro, a serpente trabalhadora e sistemática da terra sucederá em investimentos de operação bancária, seguros e de investimentos em propriedades, pode reconciliar as suas necessidades com os seus recursos. Está aqui uma serpente que conhece os seus limites e que terá cuidado para não extravasar.



A Serpente e os seus ascendentes

Nascido durante as horas do Rato - entre as 11 p.m. e  1 a.m.
Uma serpente afável e de falas doces. É sentimental acerca de tudo e isso inclui o dinheiro.

Nascido durante as horas do Boi - entre a 1 a.m. e 3 a.m. 
Teimosia escondida pela ilusão do seu encanto. Formidável se conseguir assimilar o poder de vontade do boi.

Nascido durante as horas do Tigre - entre as 3 a.m. e 5 a.m.
Uma serpente com uma personalidade meiga e versátil. Ambos os signos são desconfiados, será melhor ignorar as suas acusações.

Nascido durante as horas do Coelho - entre as 5 a.m. e 7 a.m. 
Uma serpente madura, de falas meigas, mas com uma mordida tão justa quanto venenosa. Nunca faz um mau negócio.

Nascido durante as horas do Dragão - entre as 7 a.m. e 9 a.m. 
Uma serpente filantrópica com um toque de socialismo. Com a sabedoria e o poder combinados, pode instigar reformas reais e duradouras. O seu compromisso é sempre total - seja bom ou mau.

Nascido durante as horas da Serpente - entre as 9 a.m. e 11 a.m. 
Possessivo, enigmático e muito profundo. Você nunca o conseguirá definir, assim nem se incomode a tentar. A única coisa que você pode contar é que quando ele se sente em apertos e persegue algo, ele nunca o deixará fugir.

Nascido durante as horas do Cavalo - entre as 11 a.m. e 1 p.m. 
Uma serpente feliz, humorística capaz de ver o lado bom da vida. Como ambos os signos são fortemente virados para os amores, poderão produzir um playboy ou uma playgirl do mais alto nível.  

Nascido durante as horas da Cabra - entre as 1 p.m. e 3 p.m.
Destes dois signos femininos pode emergir uma serpente altamente artística. Mais ainda, saberá como suportar os seus caríssimos gostos. O seu lado mais amargo será amortizado pela doce influência da natureza da Cabra.

Nascido durante as horas do Macaco - entre as 3 p.m. e 5 p.m.
Um génio com uma incrível resistência. Sabedoria, glamor e sagacidade misturam-se com a perfeição. Nunca joga um jogo que não consiga ganhar.

Nascido durante as horas do Galo - entre as 5 p.m. e 7 p.m. 
O tipo de líder da comunidade com poder absoluto. Muito persistente e muito bem informado.

Nascido durante as horas do Cão - entre as 7 p.m. e 9 p.m.
Uma serpente leal preenchida com fortes convicções e moral vindas do cão. Grande potencial intelectual visto os dois signos serem grandes pensadores.

Nascido durante as horas do Porco - entre as 9 p.m. e 11 p.m. 
Vinho, mulheres e música - aqui está uma serpente que sabe realmente viver em grande, mas cuidadoso o suficiente para nunca ser enganado nas suas transações. A boa vontade inata do porco pode dar-lhe mais credibilidade.


http://www.hoops.pt/astrologia/serpente.htm

ANO DA CABRA VERDE DE MADEIRA NO HORÓSCOPO CHINÊS EM 2015

Ano da Cabra Verde de Madeira no Horóscopo Chinês em 2015


O ano chinês 2015 começa em 19 de Fevereiro e na Astrologia Chinesa será um ano regido pela Cabra Verde de Madeira.
A cabra é uma energia Yin, um símbolo de paz, coexistência harmoniosa e tranquilidade. Esse é o estado de espírito primordial e fundamental para este ano. Embora haja gritos de guerra, ela será evitada advindo um período de reparação e compromisso para garantir que a paz seja mantida.



O Carneiro é o símbolo das Artes. Relaciona-se com tempos passivos e amorosos. Ele vai ajudar o processo de cicatrização em relação a eventos passados causados por indivíduos que têm pouco respeito pela raça ou a própria vida humana. Será um ano de união na fé e na crença de que a boa vontade prevalecerá e vencerá as forças que se recusam a obedecer a um estilo de vida pacífico. Para aqueles que confiam na bondade, felicidade e sucesso advirão.


A ênfase será em unir forças a fim de lutar contra o mal e a destruição que vêm fermentando. Com o planeta Saturno no signo de Escorpião e o planeta Plutão em sua longa estadia no signo de Capricórnio, houve uma maior preocupação com a estrutura, voltando ao básico e usando mais a intuição para encontrar soluções aos problemas que assolaram o mundo por algum tempo.


Muitos fatores dependem disso - o equilíbrio da economia internacional e a harmonia social devem estar em paz. 2015 é um ano para colocar as habilidades mentais sobre a força bruta. O destino vai enviar emissários para mudar os rostos de agressão até um compromisso mais tranquilo. Ele não acabará com a dúvida, raiva ou desejo de violência, mas colocará um cobertor de constrangimento sobre ele.

Será um momento para unir e incutir lealdade e disciplina. Será um tempo de cura de muitas feridas antigas. Então, devemos aproveitar o momento para fazer as as pazes e refazer promessas quebradas.

por Maiana Lena 



Previsões para o ano da Cabra (ano novo chinês 2015)

Finalmente chegou o último dia do ano do cavalo.
Um ano intenso para muitos, cheio de acontecimentos marcantes, um ano ‘tenso’, como ouvi muitos falarem. Mas em compensação, um ano muito adorado pelos chineses pela imponência e majestade do cavalo.

Hoje começamos o ano da Cabra, que vai até 20 de fevereiro de 2016 . Já este animal, não inspira muita simpatia pelos chineses, ao menos no que diz respeito a ter filhos e marcar datas importantes, já que a cabra tem o instinto mais dócil. Por outro lado, segundo algumas previsões que pesquisei, será um ano bem mais calmo e de paz.



 “A energia do ano é de ótimas ideias. Porém, será necessário ter determinação para colocá-las em prática, pois o Carneiro tem certa dificuldade para concretizar as coisas sozinho. Ao mesmo tempo, a energia persuasiva desse animal ajuda a conseguir mais facilmente o que se deseja. O ano favorecerá também a adaptabilidade e isso ajudará a evitar problemas.
A energia de independência do Carneiro é forte, mas é uma independência sem cortar laços, é estar longe e perto ao mesmo tempo. Também é preciso atentar às vibrações de nostalgia. Lembranças felizes são ótimas, mas é necessário viver o hoje, experimentar novas situações, novos sabores e criar novas memórias felizes.” Horóscopo Chinês para 2015: ano do Carneiro, por Luciana Sant’Ana Prado

E essa figura que encontrei nesse link, dá uma resumida no que será o novo ano!

Bom, pessoal…
Desejo a vocês um ótimo Ano Novo Chinês.
Seja qual for a previsão para seu signo chinês, que acima de tudo, tenha motivação, entusiasmo e coragem para enfrentar os desafios, superar as dificuldades e celebrar as vitórias conquistadas nesse novo ciclo!
Xin Niàn Kuái Lè!
Feliz Ano Novo Chinês!

http://chinanaminhavida.com/2015/02/18/previsoes-para-o-ano-da-cabra-ano-novo-chines-2015/



quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O DEUS DA GUERRA – MARTE REGENTE DO ANO DE 2015



Tipo e Atributos de Marte
Marte (Ares), deus sangüinário e detestado pelos imortais, nunca teve grande importância entre as populações helênicas. Em numerosas localidades, parece até haver sido inteiramente desconhecido, e se o seu culto conservou na Lacônia importância maior que alhures, deve-se à rudeza dos habitantes de tal país. Foi somente entre os romanos que Marte adquiriu importância verdadeira e permanente; o tipo de Palas conformava-se muito mais ao gênio grego. Com efeito, Palas é a inteligência guerreira, ao passo que Marte nada mais é do que a personificação da carnificina. Ávido de matar, pouco lhe importa saber de que lado está a justiça e cuida apenas de tornar mais furiosa a luta.
O deus da guerra e da violência aparece-nos sempre em atitude de repouso. Tem, por vezes, numa das mãos a Vitória, como Júpiter ou Minerva. Vemo-lo com tal aspecto numa famosa estátua da Villa Albani. Uma linda pedra gravada mostra Marte segurando com uma das mãos a Vitória e com a outra a oliveira, símbolo da paz proporcionada pela vitória.
A maioria das vezes usa um capacete e empunha uma lança ou gládio. Aparece, assim, em várias medalhas, mas as estátuas que o representam isoladamente não são demasiadamente comuns entre os gregos. Entretanto, a bela estátua do Louvre, conhecida pelo nome de Aquiles Borghese passa hoje por ser um Marte. Explica-se o elo que usa num dos pés pelo hábito de certos povos, e notadamente os lacedemônios, de agrilhoarem o deus da guerra.
Parece ter sido o escultor Alcameno de Atenas quem fixou o tipo de Marte, tal qual surge habitualmente nos monumentos artísticos. Os atributos habituais do deus são o lobo, o escudo e a lança com alguns troféus. Uma medalha cunhada na época de Seotímio Severo nos mostra Marte com uma lança, um escudo e uma escada para o ataque. Sob tal aspecto, Marte recebe o epíteto de Teichosipletes (que sacode as muralhas). Em geral, porém, não tem real importância na arte a não ser pela sua ligação com Vênus.
Num célebre quadro da galeria de Florença, Rubens representou Marte, que Vênus e Cupido se esforçam inutilmente por reter, e que, de gládio empunhado, segue a Discórdia precedida do Temor e do Espanto. As Artes chorosas, a Música, a Arquitetura e a Pintura, são pisadas pelo feroz deus: o comércio está destruído e os campos prestes a ser incendiados. Noutro quadro do mesmo pintor, vemos, ao contrário, Marte repelido por Minerva, enquanto a Terra oferece o seio fecundo do qual o leite jorra ao lado de um grupo de crianças que acorrem a ver uma cornucópia que lhes oferece Pã, o deus da agricultura.


Marte na Guerra dos Gigantes
Claudiano descreveu o papel de Marte na guerra dos Gigantes. "O deus impele os seus furiosos corcéis contra a horda formidável e, imprimindo ao gládio um movimento irresistível, o monstruoso Peloro é atingido no ponto em que, por um estranho acoplamento, duas serpentes se lhe unem ao corpo que elas sustentam. Marte vendo-o tombar, faz passar as rodas do carro sobre o inimigo vencido, e o sangue que jorra desse corpo enorme avermelha as montanhas vizinhas.
"Entretanto, Peloro tinha um irmão, o gigante Mimas, que, ocupado em lutar noutra região, viu Peloro cair. Mimas pensa exclusivamente na vingança e, curvando-se para o mar, quer dele arrancar a ilha de Lemnos para atirá-la contra o deus. Marte evita o choque e com um golpe de lança fura a cabeça de Mimas, cujo cérebro se esparrama à direita e à esquerda.
Marte foi menos feliz com outros Gigantes. Fora aprisionado por Oto e Efialtes que o haviam mantido agrilhoado durante treze meses. O escultor Flaxman nos mostra o deus da guerra em posição humilhante. Oto e Efialtes tinham tentado escalar o céu colocando o monte Ossa sobre o Olimpo e o Pélion sobre o Ossa. Diana, para evitar-lhes a perseguição, viu-se obrigada a transformar-se em corça, e estando a fugir precipitadamente, os dois irmãos Gigantes, que vinham um em cada direção, atiraram contra ela, ao mesmo tempo, os seus dardos, e dessa maneira mataram um ao outro. (Apolodoro).


Vênus e Marte
A aliança entre a guerra e o amor, entre a força e a beleza, é uma idéia inteiramente conforme ao espírito grego. Apesar de brutalíssimo, não pôde Marte resistir a Vênus que o subjuga e domina com um sinal: da união de Marte e Vênus nasceu Harmonia. Vários monumentos antigos, notadamente o famoso grupo do museu de Florença e o do museu Capitolino, reproduzem essa ligação que também se vê em pedras gravadas.
Os romanos gostavam de fazer-se representar com suas mulheres, e usando os atributos de Marte e Vênus; era uma alusão à coragem do homem e à beleza da mulher. Aliás, os romanos consideravam Marte e Vênus autores da sua raça, e durante a época imperial, dava-se freqüentemente aos deuses a feição dos imperadores. Assim é que temos no Louvre um grupo, cuja personagem masculina parece ser Adriano ou Marco Aurélio, e que representa Marte ao lado de Vênus. Mas a imperatriz está vestida. Vários arqueólogos pensam que a Vênus de Milo estava ao lado da estátua de Marte. A arte dos últimos séculos ligou igualmente as duas divindades e, num encantador quadro do Louvre, le Poussin nos mostra o deus da guerra, esquecido dos seus atributos e do seu papel, sorrindo para a deusa, enquanto os cupidos brincam tranqüilamente com as armas, no meio de risonha paisagem.


Marte Ferido por Diomedes
Marte, na guerra de Tróia acirrado inimigo dos gregos, foi ferido por Diomedes e deu um grito semelhante ao clamor de dez mil combatentes numa furiosa batalha. Subiu ao Olimpo para dar vazão às suas queixas contra o herói grego e sobretudo contra Minerva que dirigira o golpe. "Tens por tua filha, diz a Júpiter, uma indigna fraqueza, porque tu sozinho foste quem gerou tão funesta divindade. Ei-la agora que excita contra os deuses o insensato furor de Diomedes. Ousado! Em primeiro lugar feriu Vênus na mão, depois atirou-se a mim, e se os meus pés velozes não me houvessem subtraído à sua cólera, lá teria ficado eu estendido sem força aos golpes do ferro."
Júpiter acolhe mal as queixas de Marte: "Divindade inconstante, exclama, cessa de importunar-me com os teus lamentos! De todos os habitantes do Olimpo, tu és o que eu mais odeio, pois só amas a discórdia, a guerra, a carnificina. Tens, sem dúvida, o intratável caráter de tua mãe Juno, que as minhas ordens soberanas mal conseguem domar. Os males que suportas hoje são o fruto dos seus conselhos. Mas não quero que sofras por mais tempo, visto que sou teu pai." O rei dos deuses manda, então, que se cure o filho e um bálsamo salutar lhe acalma as dores, porque os deuses não podem morrer.
Um interessante quadro da mocidade de Davi, que obteve o segundo prêmio em 1771, mostra Diomedes no momento em que acaba de lançar contra Marte o dardo dirigido por Minerva. Marte, ferido, está caído. O quadrinho é valioso, porque nos dá a conhecer Davi numa época em que o jovem artista não pensava absolutamente na reforma que, posteriormente, introduziu na pintura, e em que todo o seu talento estava impregnado do estilo dominante então na escola francesa.


Filomela e Progne
O caráter feroz das lendas concernentes a Marte mais ainda se exagera, quando elas se aplicam a seus filhos. Tivera ele de uma ninfa um filho chamado Tereu, rei da Trácia, que desposou Progne, filha do rei de Atenas Pandião. Tinha este outra filha chamada Filomela. Progne exprimiu ao marido o desejo de rever a irmã da qual se achava separada havia cinco anos. Tereu foi, então, a Atenas procurar Filomela, mas no caminho abusou dela, e, após lhe arrancar a língua para obrigá-la ao silêncio, encerrou-a numa torre. Disse, em seguida, a Progne que sua irmã morrera; mas Filomela, do fundo da masmorra, descobriu um modo de mandar à irmã, num pedaço de tela, a narração das suas aventuras.
Progne, com o auxílio das festas de Baco, conseguiu libertar Filomela, e ocultou-a num canto do palácio. Juntas, meditam clamorosa vingança. Tereu tinha um filho muito moço, chamado Ítis; chamam-no, matam-no, e cozem-lhe os membros que, de noite, Progne oferece ao marido. Tereu pergunta porque o filho não está à mesa, mas só quando termina o repasto é que Filomela, saindo subitamente do esconderijo, lhe anuncia que comeu a carne do próprio filho e, ao mesmo tempo, para que ele não duvide do que lhe afirma, lhe atira ao rosto a cabeça do infeliz rapaz. Tereu, não se contendo, quer levantar-se para estrangular as duas irmãs, mas os deuses, desejosos de pôr cobro a tão horrível família, metamorfoseiam Progne em andorinha, Filomela em rouxinol, Ítis em pintassilgo e Tereu em pomba. A bárbara história ministrou a Rubens tema para um quadro que está na Espanha; vemos Progne e Filomela mostrando a Tereu a cabeça do filho, cuja carne ele acaba de comer.


Os Sacerdotes Sálios
O culto de Marte tinha grande importância em Roma. Era exercido pelos sacerdotes sálios, instituídos por Numa para guardarem os ancilos. Os ancilos tinham sido feitos em Roma sobre o modelo de um escudo caído do céu, durante uma peste que dizimava a cidade, e eram considerados o palácio romano. Durante certas festas os sacerdotes sálios percorriam a cidade levando a passeio os ancilos cuja forma nos foi conservada num denário de prata cunhado sob Augusto. O barrete que está no meio é o ápex do flâmine.
Belona
A companheira habitual de Marte é Belona (Enio), personificação da chacina. Tinha ela por missão especial conduzir o carro do deus da guerra e excitar-lhe os cavalos com a ponta de uma lança. As figuras antigas de Belona são extremamente raras. Plínio narra que Apeles pintara um quadro representando Belona, de mãos atadas atrás das costas e presa ao carro triunfante de Alexandre: o quadro fora levado para Roma como troféu.
A Discórdia
Nos poetas, Belona é escoltada pelo Espanto, pela Fuga e pela Discórdia, divindades às quais a arte não destinou tipo particular. Contudo, tem a Discórdia grande importância na mitologia, pois foi ela que causou a ruína de Tróia, atirando a maça de ouro entre as deusas. Homero faz da Discórdia o retrato seguinte: "Deusa que, fraca no nascimento, cresce e em breve oculta a cabeça no céu, enquanto os pés lhe permanecem na Terra; é ela que, atravessando a multidão dos guerreiros, derrama em todos os corações o ódio fatal, precursor da carnificina. Faz retumbar a voz, dá gritos alucinantes, terríveis, e lança no coração de todos os guerreiros impressionante coragem. Apraz-se em ouvir os gemidos do soldado que morre e, quando todos os deuses se retiram do combate, é a única que permanece no campo de batalha para dar, como pasto aos olhos, o espetáculo dos mortos e dos moribundos."
Etéoclo e Polinice
A Discórdia preside às disputas que dividem os povos e as famílias. A Fábula de Etéoclo e Polinice nos mostra a sua ação. Os dois filhos de Édipo haviam expulsado o pai, que cobriu de maldições e lhes predisse que se matariam um ao outro. Os dois irmãos, temendo que a maldição paterna fosse ratificada pelos deuses, se continuassem a viver juntos, decidiram, de comum acordo, que Polinice seria o primeiro em se exilar voluntariamente da pátria, que deixaria o cetro a Etéoclo, e voltaria depois, para que cada um pudesse reinar, alternadamente, um ano. Mas Etéoclo, uma vez no trono, recusou-se a descer e proibiu ao irmão o regresso à pátria. Polinice, então, tratou de procurar aliados para a defesa dos seus direitos.
Anfiaraus
Adrasto, rei de Argos, acolheu Polinice, e prometeu-lhe repô-lo no trono de Tebas. Buscou, por conseguinte, aliados para empreender a luta, mas um poderoso chefe, Anfiaraus, tratou de dissuadir ambos, por ser adivinho e por lhe haver a ciência mostrado que a guerra seria fatal aos que a começassem, e que todos morreriam, com exceção apenas de Adrasto. Anfiaraus tinha uma mulher chamada Erifila, e por um velho juramento que fizera a Adrasto, comprometera-se, no caso de divergências entre eles, a submeter-se inteiramente à decisão de Erifila. Quando Polinice soube disso, empregou um ardil para forçar Anfiaraus a combater. Tinha em suas mãos o famoso colar que Vênus dera, noutros tempos, à Harmonia, no dia de suas núpcias com Cadmo. Deu-o de presente a Erifila, que, assim, se deixou corromper, e Anfiaraus, apesar da certeza que tinha de mau êxito do negócio, foi obrigado a combater com Adrasto e Polinice.
Um poderoso exército se reuniu em breve para marchar contra Tebas. Comandavam-no sete chefes: Adrasto, Polinice, Capaneu, Partenopeu, Anfiaraus, Hipomedonte e Tideu. Juraram todos que iriam combater sob as suas ordens.
Arquemoro
Durante o caminho, faltou-lhes água, e o exército começou a sofrer devoradora sede. Encontraram, então, uma criatura que tinha um filhinho, e perguntaram-lhe se não havia no país uma fonte. Chamava-se o menino Ofeltes e era filho do rei Neméia. A mulher era Hipsipila, outrora rainha de Lemnos, mas que, tendo sido vendida posteriormente como escrava, estava ao serviço do rei de Neméia, que lhe confiara a tutela do filho. Hipsipila pousou a criança sobre umas folhas de aipo e conduziu os sete chefes a uma fonte das proximidades. Durante a curta ausência, porém, uma serpente envolveu nas espiras a criança abandonada e sufocou-a. Ao regressarem, os chefes apressaram-se em matar a serpente e tomaram aos seus cuidados Hipsipila, para livrá-la da ira do rei de Neméia. Deram à criança o nome de Arquemoro, realizaram-lhe um magnífico funeral e instituíram em sua honra os jogos de Neméia, nos quais os vencedores se cobriam de luto e se coroavam de aipo.


Combate dos Dois Irmãos
Anfiaraus viu naquilo péssimo presságio. Mas era preciso partir, e assim chegaram todos a Tebas. Uma terrível batalha se feriu sob os muros da cidade, que Etéoclo não pretendia entregar. Como o sangue escorresse por toda parte, Etéoclo subiu a uma torre, mandou que se fizesse silêncio, e disse aos exércitos: "Generais da Grécia, chefes dos argivos que a guerra atrai para estes páramos, e vós, povo de Cadmo, não arrisqueis mais a vida nem por Polinice, nem por mim. Quero eu, sozinho, enfrentar o perigo, e desejo lutar contra meu irmão, de homem para homem. Se o matar, governarei sozinho; se for vencido, entregar-lhe-ei a cidade. Vós, portanto, abandonai o combate, voltai para Argos, não venhais mais aqui perder a vida; o povo tebano não deseja outras mortes." (Eurípedes).
Feriu-se, então, entre os dois irmãos um combate singular no qual foram mortos ambos. Os deuses haviam ouvido as derradeiras imprecações de Édipo. Esse combate figura num grandíssimo número de baixos-relevos antigos.
O exército sitiante foi vencido, e todos os chefes pereceram com exceção de Adrasto, que deveu a vida à rapidez do seu cavalo. Assim, realizou-se a profecia de Anfiaraus.


Funerais de Etéoclo e de Polinice
O senado de Tebas, que tomara partido pelos sitiados, decidiu que Etéoclo seria sepultado com honra, mas que seu irmão Polinice seria, em virtude da traição, deixado sem sepultura, para que o devorassem os cães e os abutres. Antígona quis enterrar o irmão, apesar das ordens dadas e, decidida a desobedecer, disse aos chefes do povo: "Pois bem! Eis o que respondo eu aos chefes dos de Cadmos. Se não há quem queira, comigo, enterrá-lo, hei de conseguir sozinha, e assumirei toda a responsabilidade. Não vejo vergonha nenhuma em sepultar meu irmão, nem que para isso devesse, rebelada, ir de encontro aos desejos da cidade. É coisa grave termos caído das mesmas entranhas, termos tido a mesma mãe, uma infeliz, o mesmo pai, outro infeliz. Sim, deliberadamente, hei de continuar irmã deste morto. Ah, não se fartarão da sua carne os lobos de ventre faminto. Hei de sozinha, apesar de mulher, incumbir-me de remover a terra e preparar uma cova. Trarei o pó nas dobras desta tela, e eu própria a recobrirei com ele o cadáver. Ninguém objetará! Terei essa coragem, e, o que é mais, terei ao meu lado todos os recursos de uma alma que quer conseguir." (Ésquilo).
Pausânias, na narração das suas viagens, diz que viu o túmulo dos filhos de Édipo. "Não assisti aos sacrifícios que ali se realizam, mas pessoas dignas de fé me asseguraram que nas ocasiões em que se assam as vítimas imoladas aos dois irmãos irreconciliáveis, a chama e a fumaça se dividem visivelmente por eles."
Creonte, rei de Tebas, sabendo que, não obstante a proibição, Antígona sepultara o irmão, pergunta-lhe se conhecia o decreto. A jovem não nega: "Não pensei, responde, que as leis dos mortais tivessem bastante força para superar as leis não escritas, obra imutável dos deuses. Para mim, o traspasse não tem nada de doloroso; mas se tivesse deixado sem sepultura o filho de minha mãe, teria sido infeliz; quanto à morte que me aguarda, em nada me assusta." Creonte, conformando-se à lei, ordenou a morte de Antígona e as suas ordens foram executadas; ao mesmo tempo, porém, soube da morte de seu filho único Hemon, que amava Antígona, e que se ferira mortalmente. Sua mulher morreu também ao saber da morte do filho, e Creonte ficou sozinho com toda a amargura. Assim terminou a família de Laio.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

VESTA A DEUSA VIRGEM




HESTIA E VESTA - Na mitologia grega Héstia era a deusa dos laços familiares, simbolizada pelo fogo da lareira. Filha de Cronos e Reia, era uma das doze divindades olímpicas. Cortejada por Posídon e Apolo, jurou virgindade perante Zeus,  e dele, além da proteção a virgindade, recebeu a honra de ser venerada em todos os lares, de se ser incluída em todos os sacrifícios e permanecer em paz, em seu palácio cercada do respeito de deuses e mortais. Em Roma, Héstia foi venerada como a Deusa Vesta; todas as casas romanas possuíam um altar a Vesta.

O TEMPLO DE VESTA - Era um pequeno edifício circular, localizado no Fórum Romano, no centro da vida romana.

AS VESTAIS – As sacerdotisas de Vestia eram chamadas Vestais. Faziam voto de castidade,mantinham o fogo sagrado sempre aceso (pois era o símbolo da perenidade do Império) e deveriam servir à deusa durante trinta anos (os quais deviam conservar-se virgens). Este voto era tão sagrado que se fosse quebrado, a Vestal era enterrada viva no Campus Sceleris (Campo de Maldade). Além das vestais, a deusa era  cultuada por um sacerdote principal.
Seis Vestais de boa origem familiar eram selecionadas (entre os sete e os dez anos) obedecendo a determinados critérios que incluíam estarem livres de qualquer tipo de imperfeição física ou mental e possuírem pais livres e vivos. Elas não podiam ser vaidosas, isto é, mostrar cuidados excessivos com o corpo. As suas vestes eram muito simples, mas elegantes. No princípio cortavam os cabelos, entretanto, mais tarde, exibiam longa cabeleira.
Depois de passarem pela rigorosa seleção, eram eleitas pelo alto sacerdote para assumirem um compromisso de trinta anos, dos quais, os primeiros dez anos seriam dedicados a estudos (discípula em Latim) e treinamentos. Nos dez anos seguintes, tornavam-se serviçais da Deusa (cuidavam do fogo, da limpeza do templo e participavam de cerimoniais) e os últimos dez, deveriam treinar as novatas. Se faltassem às obrigações eram castigadas fisicamente.
As Virgens Vestais viviam juntas em uma casa (supervisionada pelo sacerdote principal) ao lado do Templo de Vesta. Qualquer virgem Vestal que mantivessem relações sexuais com um homem profanaria a Deusa. Como punição deveria ser enterrada viva.
Em compensação, apesar de todos esses rigores, as Vestais gozavam do maior respeito e eram tão sagradas que se passassem ao lado de um homem condenado, esse era perdoado. Eram também, muitas vezes, chamadas para apaziguar as dissensões nas famílias.

A Vestália -  era uma festa anual realizada no mês de Junho, entre os dias 7 e 15. Era a festividade mais esperada e popular de Roma, onde as Vestais eram figura central. Diferentes estátuas da Deusa Vesta eram transportadas pelas ruas principais em distintas procissões públicas.
A Vestal "Occia" presidiu a ordem por 57 anos. "Coelia Concordia" foi a última "Vestalis Máxima".



AS VESTAIS QUE QUEBRARAM OS VOTOS DE CASTIDADE

Rhea Silvia - É tida como a mãe de Rômulo e Remo, fundadores de RomA, quebrando, assim, seus votos de castidade; mas seu castigo não foi esclarecido. Algumas fontes dizem que foi jogada no rio Tibre e outras, que foi castigada até morrer por ordem de seu tio Amulius.

Tuchia – Acusada de romper seus votos de castidade, não foi castigada ao demonstrar sua inocência transportando água com um coador.

Tarpeia - Traiu Roma, abrindo as portas da cidade para os Sabinos, pensando que esses lhe dariam de presente braceletes de ouro. Depois das portas abertas foi esmagada e pisoteada pelos soldados inimigos. Terminada a revolta, tal era o rancor dos romanos pela sacerdotisa traidora que a jogaram seu corpo da rocha mais alta de Roma. Essa rocha tomaria seu nome e passaria para a história como um lugar de castigo para todo o traidor.

Julia Aquila Severa - Essa sacerdotisa revolucionou Roma ao contrair matrimônio com o imperador Elagabalus. Ela devia ser castigada, porém por ter se casado com um imperador, não foi possível.

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Vesta é uma deusa romana que personifica o fogo sagrado, a pira doméstica e a cidade. Corresponde à Héstia dos gregos, embora o seu culto na península itálica seja anterior à influência helénica no mundo romano, e, até certo ponto, à Agni dos hindús. Era muito comum utilizar a sua imagem nas moradas dos jovens que iam adquirir conhecimento longe de sua terra natal. Cortejada pelos deuses, e especialmente pelo belo Apolo e por Netuno, Vesta rejeitou todas as propostas amorosas e conseguiu que o próprio Júpiter protegesse sua virgindade.
Devido a sua vontade de permanecer casta, suas sacerdotisas, as vestais, que vigiavam em permanência o fogo sagrado nos templos, também se mantinham assim. De onde saiu a expressão virgem vestal.
Vesta era a filha primogênita de Cibele e Saturno (mitologia), a irmã mais velha da primeira geração de deuses olímpicos, e a solteira da segunda. Por direito de primogenitura, era uma das doze deusas olímpicas principais
Foi engolida por Saturno e posteriormente resgatada por Júpiter. Representada trajando um longo vestido, muitas vezes com a própria cabeça coberta por um véu, ela é a deusa que nunca abandona o lar, o Olimpo, e jamais se envolve nas brigas e guerras de deuses ou mortais. Ajudou-o a tornar-se dono do universo. Desprezou o amor tanto de Netuno como de Apolo (Febo), resolvendo permanecer solteira. Como deusa de coração quente, ela representava a divindade do lar e defendia a vida da família. Era adorada antes dos outros deuses em todas as festas, uma vez que era a mais antiga e preciosa das deusas do Olimpo. Um juramento feito em seu nome era o mais sagrado dos juramentos. Segundo Heródoto era uma das divindades cujo nome não se originou no Egito ou no Oriente próximo. O animal mais sagrado à deusa é o asno.

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Bibliografia - Alonso, Ana Carolina. O Culto de Vesta a partir da Ab urbe conditia de Tito Livio. NERO, 2010. / Prieto, Claudiney. Todas as Deusas do Mundo. Editora Gaia - 2003. / Brandão, Junito de Souza. Mitologia Grega. Petrópolis: Vozes, Vol. III, 4.ª edição, 1992.

sábado, 15 de novembro de 2014

A PRÁTICA DA MEDITAÇÃO COMO CURA

Meditação tem resultado similar aos dos remédios para ansiedade e depressão
Prática de 30 minutos diários da técnica ‘mindfulness’ atenua os sintomas das doenças
POR O GLOBO
07/01/2014 6:00


NOVA YORK - Trinta minutos diários de meditação podem atenuar sintomas de ansiedade e depressão, segundo uma nova pesquisa da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins.
- Várias pessoas fazem meditação, mas não é uma prática terapêutica tradicional - diz o professor Madhav Goyal, que liderou o estudo publicado na revista “JAMA”. - Em nosso estudo a meditação parece aliviar sintomas de depressão e ansiedade com os mesmos resultados dos antidepressivos relatados em outros trabalhos.
Os pesquisadores avaliaram o grau de mudança desses sintomas em pessoas que tinham uma variedade de condições médicas, tais como insônia ou fibromialgia, embora apenas uma minoria tivesse sido diagnosticada com doença mental.
Goyal e seus colegas descobriram que a chamada meditação mindfulness - uma técnica budista de atenção plena - também teve sucesso no alívio da dor e do estresse.
Para realizar a sua revisão, os pesquisadores analisaram 47 ensaios clínicos feitos até junho de 2013, com 3.515 participantes, envolvendo meditação e vários problemas de saúde física e mental, incluindo depressão, ansiedade, estresse, insônia, uso de drogas, diabetes, doenças cardíacas, câncer e crônica dor.
Eles encontraram evidências moderadas de melhora nos sintomas de ansiedade, depressão e dor depois que os participantes foram submetidos a um programa de treinamento de oito semanas em meditação mindfulness. Mas houve baixa evidência de melhora no estresse e na qualidade de vida. Não havia informações suficientes para determinar se outras áreas podem ser melhoradas por meio da meditação. Nos estudos que acompanharam os participantes por seis meses, as melhorias continuaram e não foi observado nenhum dano com a prática.
- Muita gente tem a ideia de que meditar significa sentar sem fazer nada, mas não é verdade. Meditação é um treinamento ativo da mente para melhorar atenção e há diferentes programas com approachs variados - diz o pesquisador.

A meditação mindfulness, o tipo que se mostrou mais promissor, é normalmente praticada por 30 a 40 minutos por dia e enfatiza a aceitação dos sentimentos e pensamentos, do momento presente sem julgamento, além do relaxamento do corpo e da mente.
Mais estudos ainda são necessários para esclarecer que os resultados são os mais afetados por estes programas de meditação, bem como se outras práticas de meditação teriam efeitos melhores.
- Os programas de meditação parecem ter um efeito acima e além do placebo - diz Goyal.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/meditacao-tem-resultado-similar-aos-dos-remedios-para-ansiedade-depressao-11222530#ixzz3J9CovMTS
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